Acho que não via LEGO desde os meus, sei lá, 13 anos de idade. Nem sei porque parei de brincar com isso, mas depois dessa exposição me deu uma vontade danada de reencontrar minha arca perdida: uma caixa de lego cor de rosa onde todas as peças eram cinza, rosa e branco. =P Juntando com as do Mateus, que era amarela, dava pra fazer bastante coisa. Infelizmente as peças foram sumindo uma a uma, até que tudo desapareceu de vez.
Enfim, a fila pra exposição dava volta no prédio e era composta, 90%, por crianças. Os outros 10% eram os pais e outra parte, tão remota que nem entra na porcentagem, eu e o Tim.
No início fiquei até com dó do Tim. Encarou uma hora dentro do ônibus, uma boa caminhada, uma hora na fila, ainda por cima sem almoço. Mas depois vi a empolgação da ‘criança’ quando finalmente entramos na exposição. Acho que no fim das contas ele curtiu tanto quanto (ou até mais) que eu.
Essa é uma coleção particular do namorado daquela moça em pé, à direita. O cara tem mais de 300 peças, que ele mesmo monta.



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